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segunda-feira, 7 de maio de 2012

Porque ser mãe é....




As mães são muito importantes para os filhos. 

Elas fornecem o sangue vital, a energia mental e o 
alimento da alma de que toda criança precisa para desabrochar. 
As mães ensinam a florescer.
Ser mãe é ensinar, nutrir, guiar e dar apoio espiritual 
de que a alma necessita para se desenvolver.
Toda criança quer é ser alimentada e amada da forma que só uma mãe sabe amar. 
Só a mãe pode gerar a graça, a misericórida, a beleza e a suavidade do espírito. 
O espírito divino. O espírito da energia materna está presente em toda mulher.

terça-feira, 17 de abril de 2012

E quando vem um irmãozinho.... Dicas para lidar com o ciume.

  
Até outro dia, ele era o rei da casa: não precisava dividir o quarto, os brinquedos ou o tempo dos pais com ninguém. Com a chegada do irmãozinho, porém, o mais velho é destronado e perde um pouco a posição especial.

Segundo especialistas, uma criança começa a sentir ciúmes ao completar quatro anos de idade. É quando passa a enxergar o outro como rival – algo que geralmente é demonstrado ao competir atenção dos pais.

Para começar é importante destacar que o sentimento ciúmes entre irmãos é muito natural, seria estranho se as crianças não manifestassem pelo menos um pouco de estranhamento. A grande questão do ciúmes fraterno surge principalmente quando a família já tem um filho e espera o segundo, pois o primeiro se for muito pequeno não entenderá por que deve dividir não somente os seus brinquedos, mas o colo da mãe e a atenção do pai.

Algumas dicas:

- Procure elogiá-los na mesma medida, evitando dar broncas estando um próximo ao outro. Assim fica mais fácil entenderem que não existe diferença entre eles na visão dos pais;

- A medida de cuidados deve ser igual para todos. O ideal é vez ou outra dar atenção exclusiva a cada um deles. Aproveitando enquanto um está na escola, ou tomando banho etc;

- Saiba identificar as crises de ciúmes e tente amenizá-las. E não esqueça que não se deve compará-los, eles sempre serão diferentes um do outro;

- Passe para eles que a amizade entre irmãos é importante e única. Se for possível, conte histórias suas com seus irmãos, ou cite alguma família conhecida;

- Não ponha sua filho de castigo todas as vezes que for desobediente. Isso vai aumentar o ciúme. Provavelmente, ela está fazendo essas coisas para chamar a sua atenção. Tenha paciência e procure colocar-se no lugar dele. Converse bastante antes e após essas tentativas, aí sim da próxima vez você explica porque ele vai ficar de castigo; 

- Tenha momentos só com o mais velho;

- Dê responsabilidades relacionadas ao bebê a ele;

- Veja como algo natural;

- Combine com ele. Por exemplo, se no momento da papinha o mais velho quiser algo que não é possível, explique que assim que terminar vocês farão algo juntos. Desse modo, a criança maior entende que também vai ter um momento só dela com você. 



O que diz a psicóloga
“Dê autonomia para o mais velho cuidar do caçula”

Toda criança vai sentir ciúmes do irmão mais novo, o que vai variar é a intensidade desse sentimento. Chame seu filho (a) mais velho (a) para te ajudar nos cuidados com o irmão. Não é para ela ficar olhando, é para ajudar mesmo. Ele pode pegar a fralda para você trocá-lo, por exemplo; ajudar na hora do banho, lavando o pé do irmão. Mostre quanto ela pode ser autônoma no cuidado com ele, que pode fazer as mesmas coisas que você. Ela vai se sentir valorizado (a) por ser mais velho (a) e ter mais conhecimento, e não sofrer com ciúmes, porque não é o mais novo. O que incomoda o primogênito é a exigência natural de cuidados que um bebê requer. Quando a atenção não é exclusiva para o bebê, ela é dividida entre ambos os irmãos. Peça ajuda aos familiares para ficar com o bebê, porque sozinho você não vai conseguir, e faça coisas que você fazia com o mais velho antes de o caçula nascer. É disso que ele senta falta. Não é interessante dar presentes para apaziguar a crise, porque seu filho (a) vai continuar desobediente e pode entender ainda que, para toda crise, vai receber algo em troca. Saber lidar com a frustração e o sofrimento é uma lição para a vida toda.”
Fonte: http://revistacrescer.globo.com e http://www.comofazeronline.com

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

É carnaval!!


Viva!! O Carnaval vem aí!! 
E é uma data nossa, brasileira, cheia de cultura e muito, muito alegre!
E não é uma data só para adultos e maiores não, a garotada também adora!!

Mas com crianças e principalmente bebês temos que tomar muito cuidado nessa época pois é muita agitação, e isso trás alguns riscos. Vai aí algumas dicas:

* Escolha uma fantasia leve e preferencialmente em tecidos 100% algodão, se a criança tiver menos de 4 anos opte por fantasias sem acessórios e sem peças soltas.

* Opte por sandálias e chinelinhos confortáveis e seguros, para evitar a formação de bolhas ou ferimentos nos pézinhos das crianças.

* Esteja atenta a pintura de rosto infantil, não compre marcas desconhecidas e não as utilize próximo aos olhos para evitar irritações. Certifique-se de que os produtos são atóxicos.

* Confetes e serpentinas podem ser divertidos, mas seu filho pode engasgar com algum pedacinho de papel, esteja atenta.

* Fantasias que contenham purpurinas, lantejoulas e paetês podem se desprender da roupa e seu filho ou filha podem leva-las à boca o que poderá ocasionar um engasgo ou sufocamento.

* Balões e bexigas depois de estourados podem oferecer riscos às crianças. Os pedacinhos de borracha podem ser levados a boca e ocasionar sufocamento.

* Com as festas e desfiles de carnaval no meio da rua é muito comum os atropelamentos e existe um risco maior das crianças se perderem, por isso não deixe seu filho menor de 14 anos desprevenido, oriente-o sobre os cuidados que se deve ter. Um cuidado muito importante que devemos fazer, é tirar um cartão de indentificação da criança, nele contem dados muito importantes como o nome, o endereço e o telefone dos pais e o coloque no bolso ou na roupinha da criança por prevenção. 

* Oriente seus filhos para não conversarem com estranhos e nem aceitarem balas ou guloseimas de desconhecidos.

* Esqueça acessórios como espadas, armas de brinquedos, varinhas mágicas, e chapéus pontiagudos; todos eles podem causar lesões graves nos olhos e em outras partes do corpo das crianças.

É... Ser mãe requer mesmo dedicação! Mas nós sabemos que vale a pena né! 
Então, depois de tudo isso, só resta a diversão! DIVIRTA-SE!

Ah, e não se esqueça que a Marshamllow Kids está com a mega promoção de férias! E você pode aproveitar para garantir look's cheios de charme da Hering Kids, PUC e BIBI com descontos de 30%! Venha! Estamos sempre esperando por vocês!

Bjs

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

A importância dos pais no crescimento dos filhos


“E vós, pais, não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina e na observância ao Senhor.”(Efésios 6.4)

Sem qualquer pretensão de fazer um estudo legal ou psicológico, venho apenas comentar dois projetos de lei que, na minha humilde opinião, são no mínimo curiosos. Ambos se baseiam na premissa de que entre pais e filhos, não há unicamente obrigação material, mas também afetiva.
O projeto de Lei nº 4.294/08, do deputado Carlos Bezerra, estabelece que os pais devem aos filhos menores a presença e o amor que são indispensáveis para que estes cresçam sem carências e feridas que nunca cicatrizariam. Em contrapartida, os filhos deveriam continuar presentes na velhice dos pais, dando-lhes o amor que anteriormente receberam.
O projeto de lei do senador Marcelo Crivella (nº 700/07) trata apenas do abandono afetivo das crianças, estabelecendo que, aos filhos menores, seja garantida a "assistência moral", que inclui "a orientação quanto às principais escolhas e oportunidades profissionais, educacionais e culturais" e "solidariedade e apoio nos momentos de intenso sofrimento ou dificuldade". Esse projeto transforma o abandono num crime, punível com detenção.
Primeiramente cumpre salientar que dentre as inúmeras necessidades humanas, as de afeto e segurança têm prioridade. Quando são satisfeitas, temos garantias eficazes para o crescimento do ser humano. Por outro lado, o menor que sofre frustrações, poderá desenvolver um comportamento inadequado.
De acordo com inúmeras pesquisas realizadas, a partir do primeiro ano de vida da criança, o pai começa a ter uma importância maior. Ele representa a responsabilidade; é o contato com a realidade. O pai que ama os filhos não é somente aquele que manda, mas aquele de quem a criança tem orgulho e com quem quer se parecer.
Para ser um "bom pai" não basta pagar mesada ou pensão. A pensão alimentícia não esgota os deveres dos pais em relação a seus filhos, pois também teriam o dever de acompanhar sua formação, orientando-os em momentos importantes e dando-lhes apoio nas situações difíceis.
O que me parece ser curioso nesse projeto, é que o direito tenha que interferir em questões tão íntimas, vez que a consciência humana parece estar ruindo.
Os projetos acima mencionados trazem à tona uma triste realidade: a de que o amor entre pais e filhos não é incondicional, mas é parecido com os outros amores de nossa vida, tem razões para surgir, para acabar ou mesmo para se tornar ódio. Filhos e pais não se amam "naturalmente". Claro, a extrema dependência nos primeiros anos da vida humana parece impor o amor entre filhos e pais, criando laços afetivos pela necessidade de alguém que ensine e guie os passos de cada ser humano.
Analisando dessa forma, passamos a acreditar que o amor entre pais e filhos não é natural e sim uma criação da cultura em que vivemos. Se pais e filhos se amassem incondicionalmente não haveriam abandonos, não haveria a necessidade de legisladores criarem projetos como os acima mencionados.
Se esse amor não existe naturalmente, infelizmente não poderá ser garantido por nenhuma lei. O amor entre pais e filhos pode ser conquistado e merecido. Ou não.
Afinal, de que adianta amar, se todo amor distribuído não é retribuído?

Texto de : Dra. Talita Francisco - Advogada