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quarta-feira, 28 de agosto de 2013

1 filho, 2 filhos, 3 filhos....



O 1º filho é de vidro 
O 2º é de borracha 
O 3º é de ferro 

Planejamento 

O 1º filho é (em geral) desejado 
O 2º é planejado 
O 3º é escorregado 

O TRATAMENTO (PELA ORDEM DE NASCIMENTO DAS CRIANÇAS) 

1º- Irmão mais velho têm um álbum de fotografia completo, um relato minucioso do dia que vieram ao mundo, fios de cabelo e dentes de leite guardados. 
2º – O segundo mal consegue achar fotos do primeiro aniversário. 
3º- Os terceiros, não fazem ideia das circunstâncias em que chegaram à família 

O que vestir 

1º bebê – Você começa a usar roupas de grávidas assim que o exame dá positivo.
2º bebê – Você usa as roupas normais o máximo que puder. 
3º bebê – As roupas para grávidas são suas roupas normais, pq vc já deixou de ter um corpinho de sereia e passou a ter um de baleia. 

Preparação para o nascimento 

1º bebê – Você faz exercícios de respiração religiosamente. 
2º bebê – Você não se preocupa com os exercícios de respiração, afinal lembra que, na última vez, eles não funcionaram. 
3º bebê – Você pede para tomar a peridural no 8º mês pq se lembra que dói demais. 

O guarda-roupas 
1º bebê – Você lava as roupas que ganha para o bebê, arruma de acordo com as cores e dobra delicadamente dentro da gaveta. 
2º bebê – Você vê se as roupas estão limpas e só descarta aquelas com manchas escuras. 
3º bebê – Meninos podem usar rosa, né? Afinal o seu marido é liberal e tem certeza que o filho vai ser macho igual ao pai! (será que vai mesmo?) 

Preocupações 1º bebê – Ao menor resmungo do bebê, você corre para pegá-lo no colo. 
2º bebê – Você pega o bebê no colo quando seus gritos ameaçam acordar o irmão mais velho.. 
3º bebê – Você ensina o mais velho a dar corda no móbile do berço ou manda o marido ir até o quarto das criança. 

A chupeta 
1º bebê – Se a chupeta cair no chão, você guarda até que possa chegar em casa e fervê-la.. 
2º bebê – Se a chupeta cair no chão, você a lava com o suco do bebê. 
3º bebê – Se a chupeta cair no chão, você passa na sua camiseta, dá uma lambida, passa na sua camisa desta vez para dar uma secadinha pra não pegar sapinho no nenê, e dá novamente ao bebê, pq o que não mata, fortalece (vitamina B, de Bicho, off course!) 

Troca de fraldas 1º bebê – Você troca as fraldas a cada hora, mesmo se elas estiverem limpas. 
2º bebê – Você troca as fraldas a cada duas ou três horas, se necessário. 
3º bebê – Você tenta trocar a fralda somente quando as outras crianças começam a reclamar do mau cheiro. 

Banho 
1º bebê – A água é filtrada e fervida e sua temperatura medida por termômetro. 
2º bebê – A água é da torneira e a temperatura é fresquinha. 
3º bebê – É enfiado diretamente embaixo do chuveiro na temperatura que vier, pq vc, seu marido e seus pais foram criados assim, e ninguém morreu de frio. 

Atividades 
1º bebê – Você leva seu filho para as aulas de musica para bebês, teatro, contação de história, natação, judô, etc… 
2º bebê – Você leva seu filho para a escola e olhe lá… 
3º bebê – Você leva seu filho para o supermercado, padaria, manicure,e o seu marido que se vire para levá-lo à escola e ao campo de futebol… 

Saídas 
1º bebê – A primeira vez que sai sem o seu filho, liga cinco vezes para casa da sua mãe (sua sogra não pode ficar com a criança porque na sua cabeça, ela nunca foi mãe), para saber se ele está bem. 
2º bebê – Quando você está abrindo a porta para sair, lembra de deixar o número de telefone pra empregada. 3º bebê – Você manda a empregada ligar só se ver sangue. 

Em casa 
1º bebê – Você passa boa parte do dia só olhando para o bebê. 
2º bebê – Você passa um tempo olhando as crianças só para ter certeza que o mais velho não está apertando, mordendo, beliscando, batendo ou brincando de supermam com o bebê, amarrando uma sacola do carrefour no pescoço dele e jogando ele de cima do beliche. 
3º bebê – Você passa todo o tempo se escondendo das crianças. 

Engolindo moedas 
1º bebê – Quando o primeiro filho engole uma moeda, você corre para o hospital e pede um raio-x. 
2º bebê – Quando o segundo filho engole uma moeda, você fica de olho até ela sair. 
3º bebê – Quando o terceiro filho engole uma moeda, você desconta da mesada dele.

E fala que não é verdade?!!! kkk!!
Bjsss

Do blog: Uma mãe para dois

quinta-feira, 25 de julho de 2013

O que você pode fazer para estimular a imaginação da criança


Uma criança nasce com cerca de 100 bilhões de células no cérebro. Isso já é incrível, mas o que acontece depois, quando ela fica maiorzinha, é mais fantástico ainda. Cada uma dessas células envia e recebe sinais elétricos, criando conexões que se transformam em redes. Essas redes permitem que seu filho pense e aprenda. Lá pelo terceiro aniversário, o cérebro de seu filho já terá formado cerca de 1 quatrilhão de conexões. Imagine....

Como estimular?


Ler histórias com seu filho é uma excelente maneira de enriquecer a fantasia dele. Escolha obras com desenhos grandes e coloridos. Mostre a ele fotos e desenhos de tudo, de besouros a cataventos, imite o som de animais e carros, use vozes diferentes para personagens e converse com ele sobre o que aconteceu ou poderá acontecer com as pessoas e os animais que aparecem no livro. 

Invente e reconte histórias. Contar histórias que você mesmo inventou é tão bom para seu filho quanto ler um livro. Usar seu filho como o personagem principal é um grande jeito de expandir a noção de "eu" dele. Logo, seu filho começará a inventar as próprias histórias e aventuras. 

Faça música. Seu filho não está pronto para aulas de música de verdade, mas você pode encher o mundo dele de música. Ouça com ele vários estilos, e encoraje-o a cantar, dançar ou tocar instrumentos de brinquedo. 

Estimule o faz-de-conta. Crianças aprendem muito ao fazer teatrinho com acontecimentos do cotidiano e de suas imaginações. Quando seu filho inventa um cenário e um roteiro com personagens ("está na hora de o ursinho comer"), está desenvolvendo habilidades sociais e verbais. 

Ele terá a chance de experimentar diferentes emoções enquanto simula situações de mentirinha, que envolvem momentos alegres, tristes ou assustadores. Imaginar ser o papai, o médico ou o professor faz com que ele se sinta poderoso e lhe dá a experiência de o que acontece quando se está no comando. 

Providencie material para a imaginação dele. Quase tudo pode servir de apoio para uma brincadeira imaginativa, e, com crianças pequenas, quanto mais simples, melhor. Uma caixa de papelão pode virar um carro, um navio ou um trem para andar, e uma toalha pode ser a capa do super-herói. Como boa parte da ação se passa dentro da cabeça da criança, não é preciso ter roupas ou objetos muito elaborados, como fantasias oficiais e caras. 

Experimente ainda providenciar uma caixa ou baú com parafernálias que ajudem nas brincadeiras (uma echarpe antiga, um óculos escuro, coisas assim), e coloque coisas novas de vez em quando, quando seu filho não estiver olhando ("Vamos ver o que tem no baú hoje!"). 

Aceite o amigo imaginário. Especialistas acreditam que ter um amigo imaginário indica que a criança, criativa e sociável, encontrou um jeito que a ajuda a administrar seus medos e preocupações. Alguns estudos sugerem que metade das crianças terá um amiguinho imaginário em algum momento. 

No entanto, é preciso ter atenção. Se seu filho começar a culpar o tal amiguinho por algo de errado que ele fez, está na hora de trazê-lo à realidade. Você não precisa acusá-lo de mentir, mas não deixe o erro passar. Faça com que seu filho -- junto com o amigo imaginário -- corrija a situação (arrumar a bagunça, pedir desculpas etc.) e deixe claro que o ato foi inaceitável. 

Curta as situações inusitadas. Se seu filho insistir em ir à creche ou à escolinha com a roupa do Homem-Aranha pelo terceiro dia seguido, você pode ficar sem saber o que fazer. Afinal, adultos costumam impor um limite rígido entre comportamento "público" e "privado" -- suas pantufas de coelho são legais em casa, mas não em um restaurante --, mas crianças não pensam assim. Lembre que seu filho não tem essa noção de limite ainda, e que, olhando a situação de longe, uma roupa de herói ou fantasia não é algo que mereça muita preocupação. 


terça-feira, 11 de junho de 2013

Saiba mais sobre resfriados em bebês


É angustiante para pais e mães presenciar o primeiro resfriado do bebê. A criança fica desconfortável, fungando, e muitas vezes tem dificuldade para mamar. É tudo muito chato, mas você pode ajudar seu filho a ter menos desconforto. 

E tente ficar tranquila: um resfriado não costuma ter maiores complicações. Vá se acostumando. É bem provável que o bebê tenha entre oito e dez resfriados só nos dois primeiros anos de vida. Haja lenço de papel e noites maldormidas! 

Qual é a causa do resfriado? O resfriado é uma infecção das vias respiratórias superiores, causada por vários tipos de vírus. O modo de contágio mais comum é através de gotículas de saliva -- quando alguém espirra, libera as gotículas no ar, e elas são aspiradas por outra pessoa. 

O vírus também pode ser transmitido pelo contato das mãos, portanto sempre lave as mãos depois de assoar o nariz. 

Os bebês tendem a pegar vários resfriados porque o sistema imunológico deles trabalha com apenas cerca de 60 por cento da capacidade do de um adulto, em especial entre os 6 meses (quando diminui a proteção do leite materno) e os 2 ou 3 anos. 

A exposição à fumaça do cigarro também predispõe a infecções respiratórias. 

Quais os sintomas do resfriado em bebês?Quando resfriado, o bebê pode ter febre. Pode apresentar tosse, olhos vermelhos, nariz escorrendo e dor de garganta. A criança costuma ficar irritada e sem apetite. Quando têm menos de 6 meses, os bebês têm dificuldade de mamar se estiverem com o nariz entupido. 

Mesmo que seu filho já estivesse dormindo bem à noite, um resfriado é suficiente para levar a família de volta à época das noites em claro. Ele vai acordar várias vezes por causa do nariz entupido, e o colo costuma ser a melhor solução. 

Dormir na posição horizontal pode deixá-lo mais congestionado ainda, portanto tente mantê-lo com a cabeça mais elevada, no colo ou no carrinho. Se deixar no berço, dobre um cobertor pequeno, ou uma toalha, e coloque-o embaixo do colchão na parte da cabeça, para elevá-la um pouco. 

Quanto tempo dura um resfriado? Na maioria dos casos, os sintomas começam a melhorar entre três e dez dias, mas em bebês muito pequenos podem durar até duas semanas. Bebês que convivem com crianças mais velhas (que têm irmãos ou que vão para a escola ou creche) chegam a ter entre seis e dez resfriados até fazer 1 ano. É bem capaz que você tenha a impressão de que ele vive com o nariz escorrendo, principalmente no inverno. 

Há alguma coisa que eu possa fazer para meu filho não ficar resfriado? A amamentação é um dos melhores meios de reforçar a saúde do seu filho, já que junto com o leite materno ele recebe seus anticorpos. Não se trata de uma fórmula mágica para impedir que o bebê se resfrie, afinal bebês que só mamam no peito também ficam com o nariz escorrendo e entupido, mas os sintomas costumam ser mais leves. 

Você também pode tentar proteger seu filho mantendo-o longe de pessoas doentes e pedindo aos familiares que lavem bem as mãos antes de pegar o bebê no colo ou mexer nas coisas dele. 

Abandonar o fumo, seja você ou seu parceiro, é sempre benéfico para o bebê. Evite também levar a criança a locais onde haja gente fumando. Crianças que moram com fumantes ficam mais resfriadas que as outras, e o resfriado demora mais para sarar que o de crianças que não são expostas à fumaça do cigarro. 

Preciso procurar o médico?S e seu filho tem menos de 3 meses, procure o médico ao primeiro sinal de que ele não está bem. No caso de bebês mais velhos, ligue para o pediatra ou o leve ao médico se: 
• o resfriado não melhorar depois de cinco dias 
• se ele tiver febre de mais de 38 graus 
• se ele tiver dificuldade para respirar, chiadeira no peito, tosse persistente, catarro verde ou sinais de dor de ouvido.

O que faço para tratar o resfriado? Não há muito que você possa fazer. Faça com que seu filho tome bastante líquido (você pode dar suco de laranja, rico em vitamina C, se ele já tomar) e o deixe descansar. 

Se ele estiver com febre, você pode baixar a temperatura com um antitérmico, seguindo a recomendação do médico. Não é absolutamente necessário baixar a temperatura da criança. Dê o antitérmico se seu filho estiver claramente desconfortável. 

Nunca administre remédios antigripais ou descongestionantes por conta própria para o bebê. Estudos já demonstraram que esse tipo de medicamento pode fazer mais mal do que bem, por isso só os dê ao bebê se o pediatra indicar. 
Veja o que mais você pode fazer para aliviar o desconforto do seu filho durante o resfriado: 

• Coloque uma toalha dobrada ou um cobertor pequeno debaixo do colchão do berço, na parte da cabeça, para deixá-la mais elevada. Dormir com a cabeça mais elevada diminuirá um pouco a congestão nasal do seu filho. Não use travesseiros dentro do berço para fazer isso. Outra opção é deixar o bebê dormir no carrinho, com o encosto meio reclinado, ou no seu colo, com você sentada (e é claro que nesse caso você não vai dormir). 

• Use soro fisiológico para aliviar a congestão nasal. Pergunte ao pediatra qual o melhor tipo (em gotas ou spray). Um bom truque é passar o soro fisiológico um pouco antes da mamada. Existem pequenos aspiradores nasais, disponíveis nas farmácias, que tiram o catarro do nariz do bebê por sucção. 

Para fazer isso, você precisa pressionar o bulbo de borracha, colocar a ponta do aspirador na narina do bebê e tampar a outra narina, ao mesmo tempo em que solta o bulbo para criar a sucção. Funciona, mas o bebê provavelmente vai odiar você com todas as suas forças naquele momento (mas depois provavelmente ficará aliviado). 

O ideal é fazer a operação com ajuda de alguém para segurar as mãozinhas dele. Esse procedimento só é indicado quando o bebê estiver com bastante catarro, e a secreção estiver espessa. 

• Dependendo da região em que você morar, o uso do vaporizador de ar para umedecer o ambiente pode ser benéfico, mas converse antes com o pediatra, porque esse tipo de aparelho pode acabar proliferando fungos e piorar a situação. Também é possível fazer inalação só com soro fisiológico, seguindo recomendações do médico. 

Uma opção improvisada é ficar cerca de 15 minutos com o bebê dentro do banheiro enfumaçado de vapor. Lembre-se de trocar a roupa do bebê depois da "sauna", porque ela pode ficar úmida. 

• Se seu filho está com o nariz entupido mas não tem nenhum outro sintoma, dê uma olhada nas narinas dele para ver se ele não enfiou nenhum objeto estranho nelas. Nunca se sabe: até crianças pequenininhas podem aprontar uma dessas. Quando isso acontece, pode aparecer uma coriza de cheiro ruim. Esse tipo de acidente é mais comum do que se imagina. 

Ficar resfriado é muito incômodo, mas acontece com todo mundo. Depois que você sobreviver ao primeiro resfriado do seu filho, ficará mais tranquila nos próximos -- que certamente virão!...

Da página Babycenter

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Toque de mãe!



Abraçar, beijar, pegar no colo, fazer carinho, massagear. Veja os benefícios que tudo isso pode trazer ao bebê

Não existe nada melhor do que chegar em casa após um dia longo de trabalho e dar aquele abraço apertado nas crianças, não é mesmo? Se você concorda, vai gostar de receber essa notícia: quando faz isso, está contribuindo – e muito mais do que imagina – para o bem estar de seus filhos.

De acordo com um estudo feito pela Universidade de Medicina de Viena, na Áustria, abraçar outras pessoas pode ajudar a reduzir as sensações de estresse e ansiedade. Isso acontece graças à liberação de uma substância chamada ocitocina, conhecida popularmente como “hormônio do amor”. “A ocitocina está ligada ao prazer e ao bem estar emocional. Quando recebemos algum tipo de carícia, como o abraço, ela é liberada em maior quantidade”, explica a psicóloga Ana Lúcia Gomes Castello, do Hospital Infantil Sabará (SP).

Mas não é qualquer abraço que entra nessa conta. Os cientistas responsáveis pelo estudo deixaram claro que esse processo só funciona quando as pessoas envolvidas apresentam e demonstram sentimentos mútuos e verdadeiros. Se elas não se conhecerem ou se o abraço não for desejado pelas duas partes, pode acontecer o contrário. Nesse caso, ocorre liberação maior de uma outra substância, chamada cortisol, que está ligada ao estresse.

“Isso funciona para todas as manifestações físicas do homem. Quando o estímulo é positivo, há liberação maior de ocitocina, e a resposta é favorável. Quando o estímulo é negativo, há liberação maior de cortisol, e a resposta não é favorável”, afirma Ana Lúcia.

E o abraço não é o único toque que traz benefícios à saúde de seu filho. Um estudo anterior, feito por três universidades britânicas com 271 mães de primeira viagem, mostrou que o toque materno, seja ele qual for, reduz a atividade dos genes da criança que respondem ao estresse. “Se o ambiente estiver favorável e seguro, o bebê também ficará calmo. E isso é algo instintivo: pegar no colo, interagir e amamentar são situações naturais de cuidado que ajudam a tranquilizar”, afirma a ginecologista e obstetra Karina Zulli, do Hospital e Maternidade São Luiz (SP).

Por meio do toque, ele também toma consciência dos limites do próprio corpo e da presença física da mãe. “Quando você toca o bebê, está transmitindo a mensagem de que ele não está sozinho no mundo”, explica a fisioterapeuta Fátima Aparecida Caromano, professora do Curso de Fisioterapia da Faculdade de Medicina da USP e autora de Como e Por Que Massagear o Bebê (Ed. Manole). A cada afago, beijo ou cafuné, o que ela define como "somatória de contatos", você e o seu filho se tornam mais próximos. "Aos poucos, o bebê passa a reconhecer a mãe pelas sensações de conforto e bem-estar que ela provoca", diz. É por isso, inclusive, que ele dificilmente “troca” o seu colo pelo de outras pessoas.
Outras técnicas

A importância do contato pele a pele pode ser dimensionada, ainda, com os resultados positivos do método mãe-canguru (terapia em que os bebês prematuros ficam em contato direto com um dos pais, sem roupa, com o objetivo de fortalecer a imunidade, entre outros benefícios). Um estudo realizado na Colômbia, com 777 recém-nascidos que pesavam até dois quilos, demonstrou que as crianças submetidas à técnica apresentam maior ganho de peso, melhor desenvolvimento psicomotor e mais resistência a doenças e infecções do que aquelas que ficam em incubadoras sem ter contato intenso com as mães.

Outra técnica parecida é a da Shantala, massagem indiana que, por meio da repetição de alguns toques suaves, cria uma ligação especial entre a mãe e o bebê, além de relaxar, diminuir as cólicas e deixar o sono mais tranquilo.

Agora que você já sabe de tudo isso, que tal praticar um pouco com sua família? Um gesto de carinho, afinal, nunca é demais – muito menos com tantos benefícios envolvidos!!

Fonte: Revista Crescer

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Melancolia pós parto. É normal?


Melancolia pós-parto ou blues puerperal


Mas por que tanta tristeza? Eu não devia estar nas nuvens? O nascimento de um filho pode vir acompanhado de alegria e exaustão ao mesmo tempo. Pouco depois do parto muitas mulheres passam por um período de melancolia, tristeza e fortes alterações de humor, também conhecido como "blues puerperal". 

É comum que as próprias mães não consigam captar direito o que está acontecendo em suas vidas, principalmente em um momento em que parecem ter realizado um sonho. Essa melancolia pós-parto está geralmente ligada a mudanças hormonais que acontecem três ou quatro dias depois do parto, quando os hormônios da gestação desaparecem e a produção de leite se inicia. Além disso, há um certo "anticlímax" físico e emocional que se segue ao parto, acompanhado da volta para a casa e de uma possível sensação de incerteza sobre o que vem pela frente. 

Entre 60 a 80 por cento das mulheres passam por isso pouco depois de dar à luz, e muitas delas se sentem exauridas, incapazes de dormir, ansiosas e com uma impressão de estarem "reféns" da situação. Pode haver também mudança no apetite (para mais ou para menos), irritabilidade, preocupação excessiva quanto ao papel de mãe e até uma sensação de que a maternidade nunca será prazerosa. Ou às vezes os motivos da tristeza são aparentemente "bobos", mas a consciência de que eles não são tão importantes assim não adianta nada para eliminar a vontade de chorar. 

Quanto tempo o blues puerperal dura?Todos esses sentimentos são normais durante as primeiras semanas após o nascimento de um bebê. Em alguns casos a tristeza persiste por mais tempo. 

Lembre-se de que as responsabilidades que acompanham a chegada de um filho podem, de repente, parecer pesadas demais, e que para muitas mulheres a "ficha" da maternidade só cai de fato depois de alguns dias em casa com aquele novo serzinho. 

Melancolia e tristeza não são doença, e se dissipam por conta própria, sem necessidade de tratamento específico. Bastam o apoio da família, de amigos, bastante descanso e o tempo -- normalmente a sensação vai embora em duas ou três semanas. 

O quadro muitas vezes é confundido com a depressão pós-parto devido à similaridade de alguns sintomas. Porém, se você tem histórico de depressão ou se há casos na sua família, a depressão pós-parto é uma possibilidade real. 

Caso os sintomas sejam preocupantes -- tais como idéias suicidas ou incapacidade de cuidar de si mesma ou do bebê --, procure ajuda médica imediatamente, mesmo que seja do seu ginecologista ou até do pediatra do seu filho. 

Para os pais: como ajudar sua parceira
A melhor coisa a fazer é lembrar sua mulher de que o que ela está sentindo é absolutamente normal na fase pós-parto. É natural se sentir sobrecarregada, exausta e insegura com algo que é totalmente novo. Seja paciente e esteja disposto a ouvi-la. Deixe-a chorar à vontade. Ajude-a a estabelecer limites para atividades e até para visitas. Atenda o telefone, faça comida e deixe que ela descanse bastante e se mime o máximo possível. 

Acima de tudo, demonstre seu apoio incondicional nesta fase. Isso fará uma enorme diferença.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Você gosta de "Corujice"?

A temática da coruja é a queridinha da vez!! E está surgindo de todos os modos com adorável aceitação! Além de ser unissex, é charmosa e trás aquele significado de "mãe e pai coruja"!




E as corujinhas viraram sensação em outros ramos também veja:



Lindo né??
Rsrrs... Nós adoramos!!
Bjss

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Os 10 alimentos mais perigosos para as crianças pequenas



A Sociedade Brasileira de Pediatria elaborou uma lista exclusiva com os alimentos que podem oferecer risco para o seu filho, seja pelo perigo de engasgar ou de comer algo contaminado. Veja porquê. A ideia não é radicalizar nem banir os itens dessa lista de vez das refeições. É para você olhá-los com um cuidado ainda maior. Confira : 

1- Amendoim 

O maior perigo não é comer, mas seu filho aspirar um amendoim. Mas existem outros riscos: se uma criança coloca muitos na boca de uma vez só, ou se come rápido demais, há mais chances dela engasgar com um amendoim que não foi mastigado direito. Do ponto de vista nutricional, esse é um grão com muita gordura saturada, que é mais difícil de eliminar do corpo e a responsável por problemas como, por exemplo, hipertensão – mas isso apenas em casos extremos. Ele também é o que mais causa alergia alimentar nos Estados Unidos. Quando você oferecer ao seu filho, sirva poucos - e de pouquinho. 

2- Azeitonas e caroços 

Se você tem crianças em casa, prefira comprar azeitonas sem caroço. A possibilidade de elas morderem com força demais a azeitona e quebrarem ou lascarem um dente danificado existe sim. Isso sem falar no risco de engasgar. No caso de frutas com caroço, como a ameixa, é preferível servi-las já cortadas. Para as crianças que já comem bem sozinhas, uma boa recomendação para tomar cuidado deve ser o suficiente. 

3- Balas 

Balas são uma verdadeira paixão entre as crianças. São coloridas, docinhas, e têm um monte de sabores deliciosos. Mas é bom ficar de olho nos pequenos para ter certeza de que não estão indo com muita vontade ao pote. Por serem feitas de açúcar, elas podem provocar cáries - principalmente as balas mastigáveis, que costumam grudar nos dentes. Além disso, morder uma bala dura pode até mesmo comprometer a integridade dos dentes - e garantir uma visita especial ao dentista. 

4- Bolachas e salgadinhos 

Alimentos industrializados ricos em gordura, açúcar e sal trazem sérios riscos para as crianças, que podem sofrer com obesidade, hipertensão, colesterol ou triglicédides. Mais uma vez, a solução é não cometer exageros. Deixe a bolacha e o salgadinho para o fim de semana. 

5- Fígado e outras vísceras 

O fígado é o órgão responsável por eliminar toxinas do corpo, daí a possibilidade de que ele tenha uma alta concentração de substâncias estranhas ao organismo da criança. A boa notícia é que a maior parte delas é termosensível, o que significa que, se o fígado for bem cozido, as chances de infecção alimentar são mínimas. Vale lembrar que essa é uma das carnes mais ricas em ferro, nutriente essencial para evitar a anemia (falta de células vermelhas no sangue). 

6- Mel 

Não é só uma recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria, mas também da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o mel não deve ser dado a crianças antes de um ano de idade. Segundo a SBP, é ainda melhor esticar esse prazo até os dois anos porque o mel pode estar contaminado com uma bactéria que causa o botulismo , doença que ataca o sistema nervoso e compromete o funcionamento dos músculos. Veja aqui mais informações. 

7- Ovo mal cozido 

Quando for servir ovos em casa, garanta que eles estejam bem cozidos ou, se fritos, com a gema durinha. Cozinhar ou fritar bem os ovos afasta o perigo da contaminação por salmonela, doença que poder causar dores de barriga, diarreia e febre. No caso das crianças, que têm o sistema imunológico em formação, é até possível que haja algumas complicações e a necessidade de ir para o hospital. 

8- Peixes com espinhos 

Nesse caso, engasgar com os espinhos é a grande preocupação. Se seu filho já se alimenta bem sozinho, oriente-o a comer o peixe aos poucos, em pedaços pequenos, mastigando muito bem e sem pressa. Se ele for pequeno, é a sua atenção que deve ser redobrada. Tire todos os espinhos que você encontrar antes de servir. Também é importante conhecer bem a qualidade do local onde você compra peixe. Não custa lembrar que ele precisa aparecer na mesa da sua casa por, no mínimo, três vezes por semana. Afinal, os benefícios dele ao nosso organismo são muitos. Peixes são recomendados para evitar o colesterol, ajudam no desenvolvimento cerebral das crianças e ainda são fontes fartas de proteína, minerais e vitaminas.

9- Pipoca 

Doce, salgada, branquinha ou colorida, é difícil não gostar de uma pipoca quentinha – ainda mais se acompanhada de um filme muito legal. O grande problema está, na verdade, no risco de engasgar com uma delas. E nsine seu filho a comer devagar, em pequenas porções, e a mastigar bem cada bocado , lembrando que pipocas, no mundo ideal, elas só devem ser consumidas a partir de 4 anos. 

10- Refrigerantes 

Além dos problemas mais conhecidos, como a obesidade e as cáries dentárias, os refrigerantes também trazem o risco de a criança desenvolver osteoporose quando mais velha. Os fosfatos presentes nas suas fórmulas aumentam a presença de fósforo no organismo, o que impede a absorção de cálcio, substância mais do que importante para a constituição dos ossos.


Fonte: Revista Crescer - por: Drielle Sáhttp:

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Você conhece a relactação?

Diversas mães passam por problemas durante a amamentação. E muitas acabam "complementando" e uma hora os bebês começam a rejeitar o peito. Quando ele vai mamar no seu seio, ele fica irritado, solta, chora mais. Aí você dá a mamadeira. Quando mais o bebê toma mamadeira, menos ele quer o peito (mamar na mamadeira é muito mais fácil que no peito, pois movimento menos músculos faciais). Quanto menos o bebê mama no seio, menos leite é produzido. Aí a mãe desiste de amamentar. Então preste atenção a essa técnica que os pediatras NÃO CONTAM. É uma técnica que ultimamente é pouco utilizada no Brasil, mesmo com índices de desmame precoce tão altos. Imagino que, quando uma mãe para a amamentação, geralmente ela não tem um grande desejo de voltar (salvo poucas exceções e por isso, a técnica não é difundida).


Aí que pode entrar a relactação. A relactação estimula a produção de leite, aumentando sua quantidade, facilitando a amamentação. Por que, sem sucção, não há remédio que aumente o leite. É necessária paciência e tranquilidade para tal procedimento ser eficaz.


Como funciona?

Você vai precisar de: Um Relactador



Ou a montagem do seu prórpio:
Um catéter (sonda nº 4)
Seringa ou recipiente para colocar o leite


A sucção do bebê vai estimular a produção do leite ao mesmo tempo que o alimenta. E ele volta a se acostumar com o seio. Muito importante: o processo para ter sucesso, tem que ser isento de mamadeiras, então, se decidiu fazer a relactação, não dê mamadeiras ao seu bebê. No começo ele vai estranhar, chorar um pouco, mas logo se acostuma. Você, percebendo que está fazendo o melhor para seu filho, passa a ficar mais tranquila, facilitando a produção do leite! 
Divulgue isso a suas amigas, vamos colaborar para a amamentação ao seio!

Bjss

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Tendências de moda infantil - Fashion Weekend Kids, em São Paulo

Olá! Para quem curte o que vem nos desfiles como tendência acompanhe-nos nessa postagem!

 

As tendências de moda infantil costumam acompanhar aquelas ditadas para os adultos, mas com um pouco mais de liberdade e brincadeiras. O Fashion Weekend Kids, em são Paulo, maior evento da moda destinada às crianças concentra as principais marcas do setor e apresentam o que virá de belo para ousarmos nessa nova estação.

A temporada quente vem com muitas cores - inclusive com os blocos de cores, o color blocking - , como pedem os dias de sol e calor, mas também há espaço para o branco total e para o preto-e-branco, combinação sempre certeira, que vem também em um mix de estampas, outra tendência da estação. O jeans, que apareceu muito forte nas passarelas do São Paulo Fashion Week e do Fashion Rio, também é aposta para os pequenos: vem em vestidinhos, além de shorts e calças com a barra virada. As calças também podem vir mais curtas, num modelo "pesca siri".As meninas usam looks românticos, com babados e rendas, bem como visuais com influência navy - que também são sugeridos para os meninos, em listras e cores como azul e vermelho. As estampas estão em alta, mais do que nunca: vale usar as de bicho, de folhagens, florais, gráficas e étnicas. Nos pés, as crianças podem usar e abusar dos tênis coloridos, que são confortáveis e permitem várias combinações. Para as meninas, valem também sapatilhas, sandálias rasteiras e sapatos boneca.











Inspirador não?? E continuem com a gente!!
Bjss


Fonte: Moda IG

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Dia mundial da amamentação


Olá mamães!!

Hoje, dia 01/08, é um dia importante! É o dia mundial da amamentação!
E essa data foi criada para reforçar a importância do leite materno para a saúde de nossas crianças.

Mesmo com toda a evolução da tecnologia no que se refere à nutrição, nada foi criado ainda que possa substituir o leite materno. Isso porque o leite materno começa a ser preparado no corpo da mãe já no início da gestação e vem progressivamente se adaptando para ser o alimento ideal daquele bebê que está em formação, não necessitando de nenhuma tentativa de adequação artificial.

São muitas as vantagens da amamentação!

- Alimento nutritivo: apresenta a concentração ideal de proteínas, e de fácil digestão. O açúcar do leite materno é a lactose (e não a sacarose), o que evita maior fermentação e a formação de gases, que é potencial causador das cólicas do recém-nascido. As gorduras do leite materno também são as ideais para o crescimento saudável do bebê e, principalmente, na formação do tecido nervoso, levando a um desenvolvimento neurológico perfeito;

- Alimento imunológico: durante toda a lactação, especialmente nos primeiros dez dias de vida do bebê – através da congestão do colostro, o leite materno tem alta concentração de anticorpos, agentes que inibem o desenvolvimento de vírus e bactérias, combatendo praticamente todos os germes com que a mãe já tenha tido contato e protegendo o bebê de muitas das moléstias infecciosas que possam agredi-lo nesse difícil início de vida;

- Alimento psicológico: reconhece-se cada vez mais a importância do contato físico mãe-bebê, sobretudo nos primeiros meses de vida, na formação de um bebê psicologicamente saudável e satisfeito nas suas necessidades psicológicas básicas. Isso pode ser conseguido apenas com essa relação de afeto, por meio do contato físico e da sucção do seio materno;

- Alimento antialérgico: estudos recentes demonstram que a maior causa das alergias dos lactentes é o leite de vaca, principalmente se for oferecido nos primeiros 6 meses de vida. Entre as inúmeras doenças alérgicas provocadas pelo leite de vaca estão a asma brônquica, a doença do bebê chiador, as rinites, as diarréias alérgicas e as dermatites (de fraldas ou outras dermatites atópicas) – em especial quando o bebê apresenta antecedentes familiares de alergias.

Portanto mamães o leite materno é o ideal para o bebê no início de sua vida, sendo na realidade insubstituível!! 

E quem ama deseja o melhor não é mesmo?

Continuem conosco!

Bjs e até a próxima!

quarta-feira, 18 de julho de 2012

O tempo com nossos filhos



O papel da escola na educação dos nossos filhos está cada vez mais fortalecido. Na época dos meus pais, a escola era um lugar para se aprender a escrever, fazer contas e não se entrava antes dos 7 anos. Hoje, cada vez mais cedo as famílias escolhem deixar seus filhos no berçário e na escola, para que aprendam o quanto antes a se relacionarem e a adquirirem novos conhecimentos. 
As escolas de hoje trabalham a altura da nossa confiança. Desde que o ambiente seja adequado à faixa etária e os educadores tenham boa formação - a criança só tem a ganhar. Ganha independência, autonomia e segurança para conviver consigo mesma em um mundo cheio de oportunidades.

Mas será que conseguimos estar com os nossos filhos no restante do tempo de maneira saudável e prazerosa. As babás ainda fazem muito por nós? Os avós participam demais? Será que quando estamos com eles realmente estamos de alma presente. Checamos os celulares no parquinho, lemos uma revista enquanto brincamos e falamos ao telefone enquanto estamos juntos. Não é mesmo? Por outro lado, é de extrema importante que os filhos saibam que seus pais têm vida própria, interesses que não se referem a eles e que podemos estar juntos numa mesma sala, cada um com seus “brinquedos” e descobertas.


Em cada fase das crianças, mudamos nossa expectativa em relação ao mundo. Às vezes nos satisfazemos em estar dedicados só para elas, em outra fase precisamos trabalhar muito para preencher nosso campo de desejo, onde a troca com adultos é muito rica. O importante acreditamos, é ter sabedoria para dividir bem o tempo, e conseguir estar bem para nos dedicarmos a cada momento, seja no trabalho, em casa e com nossos pequenos amores. Para estar com nossos filhos de corpo e alma, requer esse pensamento, de fazer cada coisa no seu momento, de coração, com amor e paciência... E assim colhemos os frutos da virtude, da dedicação e do amor, que são os mais doces...

Bjs amores e até a próxima!

Fonte: Revista Pais e Filhos - Christina de Luca

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Você transmite lições no dia a dia para seu filho sabia?


A sensibilidade e amor da mãe transmitem muitos ensinamentos para toda a vida para os filhos.

Pense nos momentos que vivenciou com seu filho hoje. Relembre as atitudes que teve diante das reações dele e tente detectar as mensagens contidas em cada procedimento. É provável que você se espante com a quantidade de lições que transmitiu ao seu filho.

Um dos principais teóricos da importância da mãe e do ambiente familiar nesses ensinamentos foi o pediatra, pensador e analista Donald Woods Winnicott, que viveu entre 1896 e 1971, na Inglaterra. Segundo Winnicott, a educação emocional dos primeiros meses é decisiva para que o bebê consiga transformar suas potencialidades em capacidades.

É na convivência inicial com a mãe que o bebê forma a base afetiva para o seu desenvolvimento. É desse relacionamento que ele extrai a percepção do lugar que ocupa no mundo, de sua importância e de como interagir com as pessoas ao redor. Trata-se de um aprendizado puramente sensorial. Não depende de aulas nem de estímulos especiais. Selecionamos as situações mais frequentes e significativas para ajudar você a perceber a riqueza dessas simples lições de amor que enriquecem a relação e criam a base emocional e moral para o desenvolvimento futuro da inteligência e da sociabilidade.

Diálogo é troca

Muito antes de balbuciar as primeiras palavras, seu filho já pode ser iniciado na arte da comunicação. É assim que ele descobre que diálogo é troca. Trata-se de uma lição que você transmite, sem saber, de várias maneiras. Seja numa "conversa" com o bebê ou seja numa brincadeira... Aliás, nesse jogo, vale de tudo: contar histórias, comentar a respeito de como foi seu dia ou, simplesmente, nomear objetos e partes do corpo. É bem verdade que, agora, o pequeno não entende nada do que você está dizendo. Nos primeiros meses, as palavras chegam ao seu filho como uma espécie de doce cantilena - ele percebe mais o tom com que as coisas são ditas do que cada som individualmente. Aos poucos, porém, o bebê começa a discernir os sons e, mesmo antes de falar, já intui que as palavras têm um sentido e não podem ser usadas de forma aleatória. Esse domínio e essa compreensão da língua é que vão lhe garantir no futuro a capacidade de se comunicar por intermédio de discursos bem estruturados e coerentes.

Um dia depois do outro

Para um adulto, parece óbvio que, em circunstâncias normais, acordar pela manhã traz a possibilidade de reencontrar pela frente situações, lugares e pessoas que já faziam parte de sua vida na véspera. O bebê, porém, não sabe que a realidade tem aspectos permanentes. Quem ensina isso é a mãe, à medida que estabelece uma rotina estável para ele. Ao repetir os mesmos rituais – mamada, banho, passeio etc. - em horários semelhantes, você estabelece um esquema que se fixa na mente da criança e com o qual ela aprende a contar antes mesmo de compreender como tais fatos combinam entre si. É um processo que ajuda a sedimentar a idéia de que o mundo se comporta de maneira previsível - o que é extremamente reconfortante e indispensável para a estabilidade emocional de um ser humano em construção. Outra noção trazida pelo respeito à rotina é a de tempo. À medida que os acontecimentos se repetem numa seqüência, o bebê internaliza essas experiências como marcadores cronológicos. Logo vai distinguir o dia da noite, a hora de dormir da hora de acordar.

Vá em frente, você consegue

A cena é conhecida. Agora que o baixinho já senta, você o põe sobre um tapete ou no cercadinho, com vários brinquedos em volta. Na ânsia de mexer com "tudo-ao-mesmo-tempo-agora", ele logo espalha várias coisas para longe de si e, depois, tenta alcançá-las. A menos que algo tenha caído numa posição realmente fora de alcance, você resiste à tentação de devolver o brinquedo e incentiva o bebê a ir buscá-lo. Ao fazer isso, está mostrando a seu filho que ele tem habilidades inesperadas e consegue se virar sozinho. Vale até trapacear um pouco, aproximando o desejado brinquedinho, mas deixe-o cumprir sua parte e comemore a vitória, principalmente se o pequeno acaba de bater o próprio recorde de roladas. É assim que a criança aprende que pode superar seus limites e que vencer desafios traz resultados bem gratificantes.

Começo, meio e fim...

Enquanto os adultos partem de uma tarefa para outra quase mecanicamente e com extrema rapidez, crianças pequenas precisam de tempo e de uma etapa de transição entre os vários acontecimentos. Elas vivem no que os especialistas chamam de "estado de continuidade" e se sentem aflitas diante de interrupções bruscas, ruídos inesperados e mudanças frenéticas de atividade. O resultado pode ser um estado de stress permanente, muito prejudicial ao desenvolvimento psíquico. Por isso, você acerta ao ter calma e paciência para ensinar ao bebê que tudo tem começo, meio e fim, e que cada coisa tem um ritmo próprio. As mamães fazem isso intuitivamente quando lidam com a criança adotando gestos suaves, falam devagar com ela ao mudá-la de uma atividade para outra e quando, na hora da mamada, colocam o bebê próximo do seio e o deixam se satisfazer de forma natural.

Sentimentos merecem respeito

Mãe que é mãe percebe e interpreta corretamente os sinais que o bebê envia por meio de caretas, choros, resmungos ou, ao contrário, mantendo-se sereno ou caindo numa alegre gargalhada. Algumas demonstrações típicas de que você entende e respeita os sentimentos do seu filho acontecem quando não insiste em empurrar mais uma colher de papinha depois que o pequeno se deu por satisfeito ou quando ele dá um choramingo na hora da soneca e você o instala confortavelmente num lugar silencioso, onde possa dormir com tranquilidade. Essa série de atitudes mostra ao pequeno que vale a pena expressar o que sente e que sua opinião não tem o valor de um zero à esquerda.

O esforço compensa

Todo bebê que começa a engatinhar é um desbravador nato. Ele precisa de espaço, de uma área segura, livre de móveis e bibelôs delicados, mas que também ofereça desafios e possibilidades de conquista. Por isso, quando você cria um ambiente no qual a criança possa se locomover sem riscos, mas deixa pequenas iscas (objetos coloridos, de diferentes formas e tamanhos) que ela gosta de descobrir e dominar, está lhe dando a chance de interiorizar a noção de que sempre existe uma novidade a ser explorada e de que, com um pouco de esforço, muitas recompensas podem ser obtidas.

Emoção é tudo

O contato olho no olho, as cantigas e as gracinhas reafirmam para seu filho sua importância e valor. A convicção de ter um lugar no mundo se instala logo nos primeiros meses e tem como origem a percepção, por parte do bebê, de ser alguém desejado pela mãe. Com seu radarzinho supersensível, mesmo crianças muito pequenas captam sinais de rejeição e se ressentem quando a mãe assume uma postura "técnica" ao atendê-las, sem se envolver emocionalmente. Não vale, por exemplo, segurar o bebê com impaciência ou como se ele fosse um bibelô. Ele precisa sentir que, ao segurá-lo no colo, a mãe o envolve de modo protetor, completo e amoroso.

É ... Ser mãe é uma tarefa complexa, intensa e exigente... Mas não existe nada mais gratificante, e emocionante não é mamães?!!

A Marshmallow Kids defende a ideia da família unida e feliz! 

Bjss queridas!

terça-feira, 17 de abril de 2012

E quando vem um irmãozinho.... Dicas para lidar com o ciume.

  
Até outro dia, ele era o rei da casa: não precisava dividir o quarto, os brinquedos ou o tempo dos pais com ninguém. Com a chegada do irmãozinho, porém, o mais velho é destronado e perde um pouco a posição especial.

Segundo especialistas, uma criança começa a sentir ciúmes ao completar quatro anos de idade. É quando passa a enxergar o outro como rival – algo que geralmente é demonstrado ao competir atenção dos pais.

Para começar é importante destacar que o sentimento ciúmes entre irmãos é muito natural, seria estranho se as crianças não manifestassem pelo menos um pouco de estranhamento. A grande questão do ciúmes fraterno surge principalmente quando a família já tem um filho e espera o segundo, pois o primeiro se for muito pequeno não entenderá por que deve dividir não somente os seus brinquedos, mas o colo da mãe e a atenção do pai.

Algumas dicas:

- Procure elogiá-los na mesma medida, evitando dar broncas estando um próximo ao outro. Assim fica mais fácil entenderem que não existe diferença entre eles na visão dos pais;

- A medida de cuidados deve ser igual para todos. O ideal é vez ou outra dar atenção exclusiva a cada um deles. Aproveitando enquanto um está na escola, ou tomando banho etc;

- Saiba identificar as crises de ciúmes e tente amenizá-las. E não esqueça que não se deve compará-los, eles sempre serão diferentes um do outro;

- Passe para eles que a amizade entre irmãos é importante e única. Se for possível, conte histórias suas com seus irmãos, ou cite alguma família conhecida;

- Não ponha sua filho de castigo todas as vezes que for desobediente. Isso vai aumentar o ciúme. Provavelmente, ela está fazendo essas coisas para chamar a sua atenção. Tenha paciência e procure colocar-se no lugar dele. Converse bastante antes e após essas tentativas, aí sim da próxima vez você explica porque ele vai ficar de castigo; 

- Tenha momentos só com o mais velho;

- Dê responsabilidades relacionadas ao bebê a ele;

- Veja como algo natural;

- Combine com ele. Por exemplo, se no momento da papinha o mais velho quiser algo que não é possível, explique que assim que terminar vocês farão algo juntos. Desse modo, a criança maior entende que também vai ter um momento só dela com você. 



O que diz a psicóloga
“Dê autonomia para o mais velho cuidar do caçula”

Toda criança vai sentir ciúmes do irmão mais novo, o que vai variar é a intensidade desse sentimento. Chame seu filho (a) mais velho (a) para te ajudar nos cuidados com o irmão. Não é para ela ficar olhando, é para ajudar mesmo. Ele pode pegar a fralda para você trocá-lo, por exemplo; ajudar na hora do banho, lavando o pé do irmão. Mostre quanto ela pode ser autônoma no cuidado com ele, que pode fazer as mesmas coisas que você. Ela vai se sentir valorizado (a) por ser mais velho (a) e ter mais conhecimento, e não sofrer com ciúmes, porque não é o mais novo. O que incomoda o primogênito é a exigência natural de cuidados que um bebê requer. Quando a atenção não é exclusiva para o bebê, ela é dividida entre ambos os irmãos. Peça ajuda aos familiares para ficar com o bebê, porque sozinho você não vai conseguir, e faça coisas que você fazia com o mais velho antes de o caçula nascer. É disso que ele senta falta. Não é interessante dar presentes para apaziguar a crise, porque seu filho (a) vai continuar desobediente e pode entender ainda que, para toda crise, vai receber algo em troca. Saber lidar com a frustração e o sofrimento é uma lição para a vida toda.”
Fonte: http://revistacrescer.globo.com e http://www.comofazeronline.com